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Empresas ficam destruídas por temporal no Norte do Paraná


ZAAZ - SET.2026

Ainda não há confirmação de tornado, segundo o SIMEPAR, até o momento, O registro indica supercélula em Maringá

Cia das Bebidas
Farmácia Drogamais
Delta
Foto: Alex Magosso/RPC
Equipes continuam trabalhando para contabilizar o tamanho do prejuízo

Barracões de fábricas em Maringá, no Norte do Paraná, tiveram a estrutura destruída durante o temporal que a cidade registrou na madrugada de segunda-feira (2).

Elas ficam no bairro Parque das Indústrias, um dos mais afetados.

Na manhã desta terça-feira (3), a COPEL informou que ainda há 50,5 mil imóveis sem energia elétrica na cidade.

Uma das empresas atingidas fabrica peças agrícolas há mais de 10 anos. Foram registrados danos no telhado, paredes, móveis e veículos.

Outra indústria próxima fabrica placas solares. As estruturas de ferro ficaram retorcidas, com a cobertura arrancada pela força do vento.

Os estragos aconteceram na madrugada de segunda-feira (2). O Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná informou que as rajadas de vento chegaram a 81 km/h, às 3h30. Às 3h11, 3h14 e 3h17, os valores chegaram aos 96,3 km/h no aeroporto da cidade.

Segundo o SIMEPAR, as primeiras análises, até o momento, indicam que a cidade registrou uma supercélula, um tipo de tempestade muito organizada e de grande intensidade.

"Esse sistema pode gerar ventos extremamente intensos e destrutivos, que se manifestam de forma linear (em linha reta) ou com giro", diz a nota.

O fenômeno segue sendo investigado por meteorologistas. Não havia confirmação de tornado na cidade até a última atualização desta reportagem.

A Prefeitura de Maringá atualizou o balanço inicial, informando que foram 363 ocorrências de queda de árvores. Veja abaixo.

Também foram danificados seis veículos, 36 imóveis e sete postes. Um dos imóveis com prejuízos foi o quartel do Corpo de Bombeiros, que perdeu a cobertura e a água causou danos em arquivos, móveis e eletrônicos.

Aproximadamente 600 pessoas buscaram lonas para as casas.

 

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Fonte: *Redação CN, com informações do Portal G1/Paraná
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