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Operação da policial investiga fabricação clandestina de armas destinadas ao crime organizado


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Durante a ação, um homem que estava foragido da Justiça foi preso

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Foto: Divulgação/PCPR
A operação teve apoio de policiais civis da Delegacia de Palmital (SP)

A Polícia Civil do Paraná, com apoio da Polícia Civil de São Paulo, deflagrou na quinta-feira (6), uma operação em Cambará, no Norte Pioneiro, para desarticular um suposto esquema de fabricação clandestina de armas de fogo destinadas ao crime organizado.

De acordo com a PCPR, as investigações apontam que armamentos artesanais eram produzidos sob encomenda em Cambará e posteriormente comercializados para integrantes de organizações criminosas que atuam no Norte do Paraná e no interior do Estado de São Paulo.

A operação foi coordenada pela Delegacia da Polícia Civil de Cambará, com apoio de policiais civis da Delegacia de Palmital (SP).

Durante as diligências, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados.

Segundo a Polícia Civil, o município seria utilizado como centro de produção das armas artesanais.

O objetivo da operação foi reunir novas provas sobre o funcionamento do esquema criminoso, além de localizar equipamentos, peças e outros materiais utilizados na fabricação clandestina dos armamentos.

Além do cumprimento dos mandados de busca, os policiais localizaram e prenderam um homem que possuía um mandado de recaptura em aberto. Ele foi encaminhado às autoridades competentes e permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil informou que as investigações prosseguem para identificar todos os envolvidos na organização criminosa, desde os responsáveis pela fabricação artesanal das armas até aqueles que atuavam na comercialização e distribuição dos armamentos.

Os investigadores também apuram possíveis vínculos dos suspeitos com facções criminosas que atuam no Norte do Paraná e no interior paulista, além de buscar identificar o destino das armas produzidas e a extensão da rede criminosa responsável pelo abastecimento do mercado ilegal.

 

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Fonte: *Redação CN, com informações do Portal JNN
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