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Colisões frontais causam metade das mortes no feriado de Páscoa no Paraná


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Levantamento da Polícia Rodoviária Federal aponta que todas as mortes ocorreram no período noturno

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Foto: Ilustrativa/CN
O excesso de velocidade liderou as infrações

A Polícia Rodoviária Federal registrou seis mortes em rodovias federais que cortam o Paraná durante a Operação Semana Santa 2026, realizada entre os dias 2 e 5 de abril.

O balanço aponta uma redução de 14,3% no número de óbitos em comparação ao mesmo feriado do ano passado, quando sete pessoas perderam a vida.

Ao todo, foram contabilizados 112 acidentes e 106 feridos nos quatro dias de fiscalização intensiva.

O perfil das ocorrências fatais revela um padrão crítico: 100% das mortes aconteceram no período noturno, a maioria em trechos de reta e com pista seca.

As colisões frontais foram o tipo de acidente mais letal, respondendo por metade das mortes registradas.

Segundo a PRF, a baixa percepção de risco em retas e a invasão da pista contrária são os principais fatores que contribuem para essas tragédias.

O acidente mais grave ocorreu logo no primeiro dia da operação, na BR-116, em Mandirituba, onde uma colisão frontal em pista simples vitimou dois ocupantes de um veículo.

Além das colisões entre veículos, o balanço destacou atropelamentos e batidas contra objetos estáticos.

Em Curitiba e Paranaguá, acidentes na BR-116 e na BR-277 resultaram em mortes durante a madrugada e o final da noite.

Já no encerramento do feriado, no domingo, novas ocorrências fatais foram registradas em Prudentópolis e Antonina, esta última envolvendo o atropelamento de um pedestre em pista molhada.

No campo da fiscalização, o comportamento dos motoristas ainda preocupa as autoridades. Os radares da PRF flagraram 6.833 veículos trafegando acima do limite de velocidade, enquanto 174 condutores foram autuados por ultrapassagens proibidas.

A operação também retirou de circulação 93 motoristas que dirigiam sob efeito de álcool, resultando em quatro prisões em flagrante.

Outras infrações recorrentes incluíram a falta do uso de cinto de segurança por 256 pessoas e o transporte inadequado de 28 crianças sem dispositivos de retenção obrigatórios.

 

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Fonte: *Redação CN, com informações da Agência PRF
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