Notícias

Senhor de 64 anos é vítima de estupro coletivo no Paraná


ZAAZ - INTERNET

Dois suspeitos, de 45 e 46 anos, foram presos pela Polícia Civil

Farmácia Drogamais
Cia das Bebidas
DISTRIBUIDORA JOSIMAR
Delta
Foto: Ilustrativa/CN
Um terceiro suspeito está sendo procurado

Um senhor de 64 anos, foi vítima de um estupro coletivo cometido por três homens em Mallet, no Sudeste do Paraná. Dois suspeitos, de 45 e 46 anos, foram presos pela Polícia Civil na quinta-feira (26).

De acordo com o delegado Thiers Andregotti, a vítima foi sido submetida à violência sexual por três indivíduos.

O   senhor procurou a polícia e denunciou o abuso sofrido, dando início às diligências, que coletaram provas e representaram pela prisão dos suspeitos identificados.

Com os mandados expedidos, um dos investigados foi localizado e preso em Mallet. O outro foi encontrado e preso no município de Rebouças.

“As investigações continuam para identificar o terceiro envolvido e esclarecer as circunstâncias do crime”, explicou o delegado.

Ambos os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário, onde seguem à disposição da Justiça.

Para ser considerado estupro coletivo, o crime tem que ter sido praticado por duas ou mais pessoas.

A pena base para este tipo de violência sexual é de 6 a 10 anos de prisão e em casos de crime coletivo, o tempo de prisão pode aumentar em até 2/3 (dois terços), com a condenação máxima podendo chegar a 16 anos e oito meses de reclusão.

A Lei nº 13.718/2018, que aumenta o tempo de prisão para crimes dessa natureza, foi proposta após a repercussão de casos graves no Brasil.

Embora o texto cite um caso em São Gonçalo, a mudança legislativa de 2018 foi fortemente impulsionada pelo caso de repercussão nacional ocorrido no Rio de Janeiro em 2016, que vitimou uma adolescente.

Segundo a vítima, pelo menos dez homens participaram do crime.

Os policiais apreenderam dois adolescentes em flagrante, mas os demais suspeitos conseguiram fugir na ocasião.

Em casos de violência sexual, denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo disque-denúncia e pelo telefone 181.

 

FACCREI 2026


Fonte: *Redação CN, com informações do Portal Banda B
CN INSTITUCIONAL