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Motoristas buscam alternativas para evitar pedágio de Jataizinho, na BR 369


A opção é usar uma estrada rural municipal

Foto: Reprodução
Os motoristas evitam pagar R$22,00 no pedágio, que é um dos mais caros do Brasil

No dia 1 de dezembro, os pedágios do Paraná ficaram mais caros, Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Estado (Agepar) homologou ajustes de 2,75% a 3,89% conforme a concessionária, mas é somado a revisões tarifárias em razão de obras não previstas em contrato, como viadutos e duplicações, chegando até a 8,06% no total.

Um dos pedágios mais caros, inclusive do país, fica na BR-369, no município de Jataizinho (36 Km de Cornélio Procópio), parada obrigatória dos motoristas e viajantes do Norte Pioneiro que buscam a cidade de Londrina, ou de moradores da região, que trabalham ou estudam na metrópole, que acabam pagando R$22,00 a tarifa para automóveis e R$11,00 para motos, o que pesa no orçamento, visto que o preço dos combustíveis foram ajustados várias vezes durante 2017.

Buscando uma alternativa, os motoristas encontraram uma estrada municipal, que contorna o pedágio pela área rural, chegando à cidade de Jataizinho.

A estrada não está bem conservada, há trechos com pedras, áreas muito estreitas onde passam somente um veículo e até poças de água. Em alguns locais podem ser vistas placas de sinalização, redutores de velocidade, pontes rurais e depois de cerca de no máximo de dez minutos, chegasse ao acesso pela rodovia a cidade de Jataizinho, deixando o pedágio para trás.

Os moradores da região reclamam do grande fluxo de veículos, inclusive comboio de caminhões, que danificam ainda mais a estrada, levantado à poeira que invade as residências e incomoda a população, inclusive provocando doenças respiratórias.

Há alternativas, mais arriscadas, como furar o bloqueio do pedágio, mantendo-se atrás de um ônibus ou caminhão, se arriscando o motorista a arcar com severas penas ou mesmo um acidente.

Há concessionária possui todo respaldo legal para monitorar e administrar a rodovia, por outro lado não cumpre com exigências, com a duplicação, enquanto isso, procurando rota alternativa, os motoristas buscam alternativas até o final do contrato da empresa, que encerra em 2021.

 

Assista a matéria especial do repórter Bruno Magalhães em vídeo clicando na figura abaixo:

 


Fonte: *Redação Cornélio Notícias





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